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Ideias com a tag #funding: projetos práticos para começar ou participar hoje.

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Programa por pertoCommunityLisbon

Projetos-piloto do PAYT em Portugal: municípios assumem o controle dos custos com resíduos

O sistema “Pague pelo que jogar fora” chega às cidades portuguesas Em 2024, o governo nacional português lançou novos programas de financiamento do sistema “Pague pelo que jogar fora” (PAYT), tornando financeiramente viável para os municípios reformularem seus sistemas de coleta de lixo. Municípios como Fornos de Algodres, São João da Madeira e Silves estão implementando as medidas observadas durante visitas de estudo à Itália e à Espanha: incluindo horários de coleta porta a porta, etiquetas inteligentes para lixeiras que identificam e rejeitam lixeiras separadas incorretamente e ferramentas de monitoramento digital. O que o PAYT significa para os moradores - As famílias que separam o lixo corretamente e geram menos resíduos pagam contas mais baixas - O sistema cria uma relação direta e justa entre o comportamento individual e o custo - Os dados de monitoramento ajudam os municípios a identificar problemas de coleta antes que se agravem O que você pode fazer - Se o seu município estiver testando o PAYT, participe de sessões públicas de informação e pergunte como sua família pode se beneficiar - Defenda junto à prefeitura local a solicitação do novo financiamento nacional para o PAYT - Siga a ZERO para ficar por dentro das últimas rodadas de financiamento e estudos de caso municipais Por que isso é importante Com 60% dos resíduos de Portugal indo para aterros superlotados, os incentivos baseados em custos para as famílias são uma das alavancas mais rápidas disponíveis. Os projetos-piloto do PAYT em Silves e São João da Madeira são o primeiro passo para a adoção nacional.
Programa por pertoRewildingRio de Janeiro

Financie seu projeto de proteção florestal por meio do Fundo Amazônia

Financie seu projeto de proteção florestal por meio do Fundo Amazônia Fundo Amazônia, administrado pela BNDES, destina recursos de financiamento climático a projetos que mantêm as florestas amazônicas de pé e vivas: prevenção de incêndios, economias florestais sustentáveis, territórios indígenas e gestão comunitária. Associações, cooperativas, municípios e fundações podem enviar propostas. Belém e as cidades florestais vivem essa realidade todos os dias; as organizações enviam propostas por meio da chamada pública do Fundo, no Rio de Janeiro. O que você pode fazer - Reúna sua equipe da cooperativa, associação ou prefeitura e elabore um projeto concreto de proteção florestal ou uso sustentável - Leia Como apresentar projetos e alinhe sua minuta às diretrizes do Fundo - Envie diretamente ou fique atento a uma chamada pública e, em seguida, envie pelo Portal do Cliente do BNDES (Fundos, Editais e Chamadas Públicas → Fundo Amazônia) - Evite intermediários pagos: o BNDES não credencia consultores para agilizar aprovações Como funciona Organizações elegíveis elaboram uma proposta técnica, a registram no Portal e passam pel BNDESes etapas de análise. Pessoas físicas não podem se inscrever sozinhas; a oportunidade está aberta a grupos que já estejam trabalhando na proteção florestal no terreno. Por que isso é importante Quando os agentes locais têm o controle sobre os projetos financiados, a gestão da Amazônia permanece nas mãos das pessoas que vivem ao lado das árvores.

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